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| Destiny's Child em sua última formação e a mais clássica de todas.
Nunca haverá outro Destiny’s Child, isso nós sabemos. Nunca haverá uma nova Beyoncé, Kelly e Michelle vibrando na mesma sintonia. Mas, sempre haverá espaço para a renovação e para novos talentos. E é este espaço que a girlband americana Glamour vem tentando ocupar. Elas pegaram as canções clássicas do trio, como Bills, Bills, Bills, Lose My Breath, Say My Name e outras e criaram versões novas, totalmente diferente das originais.
A mixtape das garotas é inspirada no segundo álbum de estúdio das Destiny’s Child, The Writting’s on The Wall. Além das releituras dos clássicos das Destiny’s, o mini-álbum conta com três faixas inéditas: Bye Felicia, We Are The Turn Up e um trecho de B.A.E, o single de lançamento delas.
O trio de Atlanta, estado americano da Georgia, é formado por Kaylan, Moriah e Ydal. O lançamento oficial do single delas, B.A.E, acontece no dia 23 de janeiro. Vocês podem ficar por dentro das novidades pelo instagram das moças. Desejamos sucesso para elas.
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Glamour, a girlband que fez uma releitura das Destiny's Child
por Da Redação
Destiny’s Child é uma das girlbands mais icônicas de todos os tempos, sem sombra de dúvidas. O legado das garotas fica claro não só quando falamos de seus hits, como também, quando falamos das integrantes. Extremamente talentosas, encerraram um ciclo com perfeição com o grupo e até hoje seus fãs pedem por uma turnê, disco ou algum material de despedida.
Conheça MALUMA, o Cantor Pop Machista e Misógino da Colômbia.
por Da Redação
Em dezembro o artista, Maluma, foi convidado pelo canal de TV espanhol Telecinco para representar os novos talentos musicais do país no programa La Voz (A Voz). Este bonito rapaz, cujas letras são ouvidas por toda parte, virou símbolo de masculinidade na Espanha contemporânea. Um de seus trabalhos mais recentes, Cuatro Babys (Quatro Gatas), faz a justificativa da violência contra mulheres. A canção as descreve como simples corpos intercambiáveis a serviço do desejo sexual irrestrito, ilimitado e incontrolável dos rapazes. Pode ser que entre a música e a pronúncia horrível do artista, a mensagem passe despercebida. Mas eu me dei a liberdade de analisar alguns dos versos que chamam a atenção.
"Estou apaixonado por quatro gatas. Elas sempre me dão o que eu quero. Fodem quando eu mando. Nenhuma delas me vem com 'mas'."
É mais um exemplo do "efeito Axe" que testemunhamos a vida inteira: a ideia de que só porque você é homem e estala os dedos, todas as mulheres vão cair a seus pés e arrancar as calcinhas.
"Duas são casadas. Uma é solteira. A outra é tipo maluca e se eu não telefono, ela se desespera."
Aqui é apresentado o bando -o grupo de mulheres sem nome, descritas apenas em termos de seu status com relação a outros homens: solteiras ou casadas.
"A primeira se desespera, fica louca se eu gozo fora. A segunda tem o segredo e me paga para meter fundo. A terceira acaba com meu estresse, trepadas seguidas, sempre damos três. Na primeira eu faço a terra tremer para ela, mas ela quer com Maluma e comigo ao mesmo tempo."
Aqui é o amigo de Maluma, outro homem muito macho, que descreve o que faz com cada uma das mulheres.
Evidentemente, ser homem é associado a fazer sexo com quanto mais mulheres, melhor, quanto mais vezes, melhor. Enquanto isso as mulheres são descritas como pessoas que querem que o homem as penetre, as engravide (ele entra em mais detalhes mais adiante), meta muito fundo...
Fica claro que ser "muito homem" também implica não ter a menor ideia sobre o prazer feminino.
"Você tem todas minhas contas de banco e o número do MasterCard. Você é minha mulher oficial." "Todas querem trepar comigo em cima de notas de $100. ... Você me faz andar de patins. Comprando no dia de São Valentim. Elas já me custaram mais que um relógio Ulysse Nardin."
O homem é mostrado como o caçador do bando. O homem é aquele que ganha dinheiro e sustenta a mulher (ops, as mulheres). As mulheres, como não poderia deixar de ser, são ávidas e só querem tirar vantagem dele. Sim, isso é tudo muito moderno.
"Nenhuma delas se cansa de foder. A ruiva quando está bebendo é a que fica mais molhadinha. Ela se enfurece quando me liga e eu não quero transar. Brigamos, ela joga minhas roupas fora, e eu tenho que ligar para a linguaruda para ir buscar."
Além de estarem disponíveis para fazer sexo (acho que essa parte já ficou clara), as mulheres são descritas como empregadas que pegam as roupas do chão e, por uma pequena gratificação, as lavam, passam e deixam dobradas sobre a cama. A coitada da "linguaruda" nem sequer nome tem.
"Nem sei com qual delas ficar, é que todas elas chupam muito bem."
Nosso personagem enfrenta um conflito tremendo: com qual das garotas ficar? Todas o agradam sexualmente, e o que mais uma mulher tem a oferecer? É desnecessário dizer que as mulheres não têm escolha - elas aceitarão a decisão que ele tomar.
"Diferentes nacionalidades, mas quando transam, todas gritam igual. Ela quer que eu a leve a Medellin. Quer que eu trepe com ela em carros novos. E com as outras duas juntas na banheira."
Vale recordar aqui a frase de um dos estupradores de San Fermin: "Ela estava gemendo, estava curtindo". E depois, quando nos indagamos de onde vêm essas coisas... E, caso não gritemos o suficiente, podemos também fazer isso em duplas, juntas na banheira, uma em soprano e a outra em contralto.
A rede Telecinco escolheu esse artista para aconselhar profissionais de canto. Ele perpetua os valores que vinculam a masculinidade com aspirações que se resumem a dinheiro e sexo, nada mais. E pelo que parece que um dos orientadores do programa, que também é muito macho, Melendi, não quis perder para Maluma e avisou o convidado: "Cuidado com quem você põe no palco da próxima vez", aludindo a uma dança "perreo" (algo como o twerking) de Maluma com a ex de Melendi.
Deve ser porque, mesmo eles não estando mais juntos, a mulher continua a ser propriedade dele.
Me pergunto o que estava pensando a equipe do La Voz quando convidou Maluma para o programa. Me pergunto o que os concorrentes devem ter pensado quando foram orientados por ele. E me pergunto também o que vão pensar os espectadores.
Estão fazendo falta as vozes de homens que se manifestem sobre esse assunto. Você não fica de estômago virado quando ouve essas letras? Você se sente representado desse jeito? Não o apavora a ideia de que seus filhos vão crescer vendo esses exemplos?
5 Novas apostas para a Música Mainstream Brasileira.
por Da RedaçãoApós o surgimento de Anitta o pop brasileiro feminino cresceu muito no país, surgindo cantoras de todos os lados como Ludmilla e Lexa e podemos arriscar também a Karol Conka que já se jogou no Mainstream a algum tempo como vimos nos últimos singles. Trouxemos uma lista de novos rostos não só do Pop e do Pop Fnk como do Rap e do R&B brazuca para você já ir se adaptando. Algumas irão para frente, outras ficarão esquecidas, e algumas estão na estrada a algum tempo.
Duda - Natural de Teresópolis (RJ), Duda descobriu o talento para a música aos 6 anos. Na adolescência, participou de um concurso de calouros mirim em sua cidade e conseguiu o primeiro lugar. “Daí, tive a certeza de que poderia ser uma cantora profissional e investi no meu sonho”, conta Duda, cujas influências são cantoras como Beyoncé, Rihanna, Alicia Keys, Ivete Sangalo. Com 51kg distribuídos em 1m64, olhos verdes e cabelos pretos, a cantora Duda, de 24 anos, é a nova aposta da gravadora Universal e chama atenção pela semelhança com Nicole Scherzinger, líder do grupo PussyCat Dolls. “Ela é uma inspiração para mim. Tem um lado bem sensual no palco, mas não é vulgar. Algumas pessoas citam a semelhança e me sinto honrada. Acho ela linda e sexy demais” Escute o EP clicando aqui.
Lary - A nova aposta da empresa de gerenciamento artístico K2L (aquela que lançou Anitta e depois Lexa) é a novata de 23 anos que lançou recentemente seu primeiro single e clipe. Ela é cantora e compositora e é sempre muito focada em seus compromissos, vem se dedicando ainda mais aos ensaios, além de se entregar por inteiro as aulas de canto, dança e interpretação que fazem parte de seu dia a dia. A cantora possui a referência de artistas como Ivete Sangalo, Ludmilla, Anitta, Beyoncé e J-Lo para a construção de seu estilo artístico. Parece que a dedicação esta surtindo efeito pois assisti algumas apresentações ao vivo e ela manda muito bem.
Gringa - Ela nasceu Annelise, depois virou Isi e hoje é GRINGA, a nova promessa da pop music no país. Uma cantora que surge trazendo um repertório em português com o beat e a pegada da american music. Desde pequena sonhava acordada com uma vida musical e teve seu encantamento ainda mais aguçado quando o pai lhe presenteou COM um DVD do Michael Jackson. “Achava aquilo incrível! Nada fazia eu me divertir mais do que vê-lo. Eu sabia de cor e salteado todos os detalhes, a ordem das músicas, o figurino, o elenco, a melodia, o refrão”, diz. Em breve ela lançara o primeiro EP, que leva seu nome e traz produção assinada por JayKay, com cinco músicas dançantes na pegada do hip hop, do pop, da música eletrônica e do R&B.
A inspiração das batidas veio de nomes que Gringa curte ouvir e que tem tudo a ver com seu estilo musical, como Tinashe, Cassie, Mila J, Rihanna, Jasmine V, Mýa, Justine Skye, Sevyn Streeter, entre outros artistas da cena. As músicas falam de relacionamento e também do universo feminino, com letras sobre independência e empoderamento.
Iza - A Warner Music tem em suas mãos grandes cantores nacional, como Anitta, Ludmilla e Biel. Mas a nova aposta deles é Isabela Lima, conhecida como IZA, que foi oficialmente contratada em maio deste ano pela empresa gerenciadora de carreiras. A cantora, que é carioca, canta desde criança e aos 14 anos de idade começou a fazer shows para a igreja que frequentava. Com um carisma e talento sem igual, IZA logo ganhou o mundo e seus vídeos no YouTube chamaram a atenção da gravadora, que não perdeu a chance de fazer o convite. Seu cover para “Flawless” de Beyoncé e “Rude Boy” de Rihanna apresenta mais de 200 mil visualizações em seu canal. A cantora usa seu talento para propagar o discurso do empoderamento feminino e negro, e em breve, com o lançamento de faixas inéditas, isso estará bastante presente em sua carreira que ainda “engatinha”, mas cresce de forma rápida. Com forte influência do jazz e da música negra americana, os empresários da cantora estão criando um repertório bem jovem para atingir a massa. As inspirações da artista não deixam dúvidas de sua visibilidade de mercado e influência: indo de lendas como Lauryn Hill, Tina Turner, Diana Ross e Stevie Wonder até mesmo cantoras que fazem grande sucesso atualmente como Beyoncé, Rihanna e Tinashe.
Lay - Moda, punk, rap, empoderamento feminino e muita atitude. Essas são apenas algumas das palavras que podem ser utilizadas para tentar definir um pouco o som de Lay. Seguindo a onda anos 90, a cantora se inspira em Foxy Brown e Lil’ Kim. Na adolescência, foi punk e também teve um pé no reggae. “Eu sempre fiz um mix de tudo que eu gostei, você olharia para mim e falaria ‘pô, essa menina deve curtir um rock, mas não é só isso.”
A começar pela pluralidade que ela carrega em si mesma: é rapper, trabalhou com moda, escrevia poesia feminista – que hoje foi transformada em música e é uma camaleoa, esta sempre om um visual diferente a cada semana. E junte a tudo isso a atitude punk da garota. O som do primeiro EP é uma mistura de rap com influências do dancehall reggae, e mistura temáticas relacionadas com sua vida. Além disso, o EP conta com um beat do carioca Nox e a participação do Flow MC. Iremos falar mais dela mais pra frente.
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